Pattern — Risk-Tiered Governance¶
Intenção¶
Ajustar controls, evidence e decision authority ao risco e à capacidade real do agente.
Problema¶
Processo uniforme cria burocracia para baixo risco e controles insuficientes para alto impacto. Scores simples ignoram autonomia, interconectividade, reversibilidade e pessoas afetadas.
Contexto¶
Portfólio heterogêneo com agents read-only, copilots, automações state-changing e sistemas críticos.
Forças e trade-offs¶
- consistência versus contexto;
- velocidade versus assurance;
- score reproduzível versus falsa precisão;
- automation versus judgment;
- risco inicial versus mudança runtime;
- autoridade local versus impacto enterprise.
Solução¶
Classifique em tiers usando dimensões comuns e red flags. Cada tier mapeia:
- controls mínimos;
- assessments;
- segregation of duties;
- release authority;
- runtime monitoring;
- attestation cadence;
- exception authority.
Red flags elevam o tier independentemente da média.
Estrutura e participantes¶
flowchart LR
C[Context map] --> S[Score dimensions]
S --> F{Red flags?}
F -->|sim| H[Elevate tier]
F -->|não| T[Candidate tier]
H --> M[Control baseline]
T --> M
M --> D[Authority decision]
D --> R[Runtime review]
R -->|change/incident| C
Participantes: business owner, Design Authority, Risk/RAI/Security/Data, Run Authority e approver definido pelo tier.
Fluxo operacional¶
- mapear finalidade, pessoas, dados e capabilities;
- pontuar dimensões e incerteza;
- aplicar red flags;
- selecionar tier e baseline;
- avaliar controls e residual risk;
- obter decisão da authority;
- monitorar change triggers;
- reclassificar.
Controles obrigatórios¶
- dimensions e definitions versionadas;
- rationale e evidence;
- red flags explícitas;
- baseline por tier;
- override apenas com authority e expiry;
- change triggers;
- periodic calibration;
- missing evidence não reduz tier.
Evidências esperadas¶
- context/risk assessment;
- score, confidence e rationale;
- control mapping;
- residual-risk decision;
- exceptions;
- reclassification history;
- incidents e outcomes.
Métricas¶
- distribuição por tier;
- overrides e expirations;
- incidents por tier;
- reclassificações após incident;
- cycle time por tier;
- controls ausentes;
- score-authority disagreements.
Consequências¶
Positivas: proporcionalidade, priorização e clareza de authority.
Custos: calibração, training e manutenção dos thresholds.
Limitações¶
Tier não prevê todo comportamento e não substitui threat/impact assessment. Um item baixo pode subir por novo contexto ou chain.
Antipatterns relacionados¶
- one-size-fits-all approval;
- score único;
- “PoC é baixo risco”;
- threshold copiado de fornecedor;
- classificação congelada após release.
Exemplo vendor-neutral¶
Um assistente interno read-only começa em T1. Ao receber tool de escrita em ERP e alcance regional, red flags elevam para T3; o release passa a exigir workload identity, dual review, rollback, monitoring e Run Authority.
Mappings de implementação¶
- workflow engine;
- policy-as-code;
- GRC platform;
- control-plane de fornecedor;
- review manual versionado.