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Exemplo — Behavioral analytics catalog

Fictício e sanitizado. Thresholds são ilustrativos e não devem ser copiados sem calibração local.

Demonstra behavioral analytics de agentes. Cada caso combina desvio relativo com piso absoluto, declara o modo atual e nomeia como o falso positivo é medido.

Caso Feature e baseline Threshold relativo Piso absoluto Contexto Modo Resposta Métrica de falso positivo
runaway loop tool_calls/min vs. baseline próprio de 30 dias > 5× p95 > 50 chamadas/min janela de mudança e deploy enforce throttle + alerta; quarentena em T3 alertas revertidos / total
pico de custo cost/session vs. baseline próprio > 4× p95 > limite de budget do caso volume de negócio, versão do modelo alert alerta; throttle em T2/T3 correlação com evento de negócio
anomalia de privilégio primeira ocorrência de ferramenta privilegiada primeira vez tier e risco da ferramenta enforce exigir aprovação + ticket de segurança histórico de mudança e exceção
expansão de acesso novo source_id ou aumento de amplitude > 2× fontes distintas/dia > 3 fontes novas change record vigente monitor-only validar autorização expansões legítimas registradas
mudança após release delta de comportamento pós-deploy > 3× p95 em 24h diff de versão de modelo, prompt ou ferramenta monitor-only comparar versões; avaliar rollback releases com mudança esperada
manipulação de aprovação eventos de falha ou bypass de aprovação ≥ 3 em 1h histórico do ator enforce bloquear ação + incidente tentativas legítimas mal roteadas

Por que os modos são diferentes

Três casos estão em enforce e três em monitor-only ou alert. A diferença não é importância — é maturidade do baseline.

Runaway loop, anomalia de privilégio e manipulação de aprovação têm assinatura determinística suficiente para agir: primeira ocorrência de ferramenta privilegiada não é ambígua. Já expansão de acesso e mudança após release dependem de contexto que a organização ainda está aprendendo a correlacionar — em enforcement gerariam ruído e treinariam a operação a ignorar o alerta.

Pico de custo fica em alert por um motivo específico: ele é simultaneamente sinal financeiro e sinal de segurança. Automatizar throttle antes de saber distinguir os dois pode cortar um processamento legítimo de fim de mês.

Versionamento

Cada regra carrega rule_id e versão. Um incidente precisa indicar qual lógica gerou a decisão — sem isso, não é possível explicar a contenção depois nem melhorar a regra.

Mudança material no agente invalida o baseline: o caso volta a monitor-only pelo período de reaprendizagem.

O que este exemplo não demonstra

  • não define o pipeline de telemetria que produz as features;
  • os thresholds são de partida — 5× p95 num agente de baixo volume dispara sem significado, e é para isso que existe o piso absoluto;
  • não substitui regra determinística: o que já é proibido é bloqueado por policy, não detectado por desvio;
  • ausência de alerta não é evidência de ausência de anomalia enquanto a cobertura de features não for declarada.